quinta-feira, 9 de maio de 2019

TERRA INDÍGENA JUMINÁ



Localizada no município de Oiapoque, foi delimitada em 9 de março de 1989, pela portaria ministerial nº 202, do Ministério da Justiça, abrangendo uma área de 41.601 km2, no município de Oiapoque.


quarta-feira, 1 de maio de 2019

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO CURIAÚ


     A Área de Proteção Ambiental do Rio Curiaú foi criada através do decreto estadual nº 1.417, de 28 de setembro de 1993. Compreende uma área de 21.676 hectares, está situada no município de Macapá, aproximadamente a 5 km do perímetro urbano da capital. Uso sustentável. Sob a guarda da Sema.

      Os pressupostos que levaram à criação da APA do Rio Curiaú, basearam-se nos riscos que a expansão urbana da Cidade de Macapá vinha causando à área de abrangência da bacia do rio Curiaú e seus ecossistemas  e ainda, a preocupação em garantir a territorialidade das comunidades residentes, compostas predominantemente por remanescentes de antigo quilombo afro-brasileiro, assegurando-se assim, a integridade dos seus valores e raízes etno-culturais. Seus ecossistemas predominantes são:



            Mata de várzea – apresentando um regime periódico de inundação, destacando-se pela variedade de palmeiras e outras espécies de valor econômico, usadas na alimentação, na medicina ou com outros fins;

            Mata de Galeria – funciona como corredor ecológico e contribui para a manutenção da fauna local;

          Campos alagados – se interligam através de uma rede de canais, lagos temporários e permanentes, abrigando um significativo estoque de peixes, além de serem utilizados como pastagens e atrativo turístico, por sua beleza cênica;

            Cerrado – cuja importância está ligada à proteção das nascentes do Rio Curiaú, além de ser uma das raras amostras deste ecossistema protegido em Unidades de Conservação no Estado

terça-feira, 16 de abril de 2019

AÇORIANOS, PRIMEIROS COLONOS DE MACAPÁ



Os açorianos foram os primeiros povoadores de Macapá, a partir de 1750. Eram oriundos do arquipélago dos Açores, situado no Atlântico Norte, e que constitui atualmente parte do território de Portugal. O primeiro grupo de açorianos chegou em 19 de dezembro de 1751. Eram 302 pessoas, que saíram de Belém para colonizar Macapá. Em 25 de dezembro chegam ao povoado mais 2 mil, com varias cabeças de gado para o desenvolvimento da pecuária.



Em 12 de março de 1773, o grupo sobrevivente de várias epidemias sai de Macapá e migra para Mazagão. Esse êxodo provoca uma fase de decadência em Macapá. O próprio administrador militar de Macapá, sargento-mor Manuel da Gama Lobo d’Almada, abandona Macapá por alguns meses para organizar a população nascente de Mazagão. Em 1856, com a elevação de Macapá à categoria de cidade, já não tinham mais açorianos em Macapá.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Memória: ABRIGO SÃO JOSÉ



     O ABRIGO SÃO JOSÉ é uma Instituição filantrópica criada em 18 de março de 1965 por um grupo de mulheres voluntárias, que na época, perceberam a necessidade da construção de uma instituição para idosos.      Inicialmente a instituição atendia a todos os idosos, sozinhos ou que moravam em casa de filhos, que passavam necessidades ou não. A partir de 1969,em razão do aumento da população de velhinhos, começou a ser implantado um sistema de triagem, levando-se em conta a situação sócio-economica de cada um.

            Em 24 de abril de 1968 é inaugurada a Capela Santa Rita, pelo bispo prelado de Macapá dom José Maritano, e a assistência aos velhinhos passou a ser administrada por padres camilianos residentes no Hospital Escola São Camilo e São Luiz. A Casa-Abrigo, no momento de sua inauguração em 1965, tinha 28 velhinhos internos. Hoje (2005) a instituição funciona com profissionais nas áreas de administração, saúde e educação.


            Em 14 de março de 2002 o Abrigo são José é transformado em Centro de Referencia para Tratamento de Idosos, com um orçamento anual de R$ 500 mil.

            19 a 20 de janeiro de 2012. Qualificação, pela Sims[1], dos servidores da instituição.




[1] Sims – Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social.

MUSEU SACACA - EM MACAPÁ



Inaugurado em Macapá em 5 de abril de 2000, pelo governador João Capiberibe, o  Centro de Pesquisas Museológicas Museu Sacaca está localizado na cidade de Macapá, capital do estado do Amapá, região Norte do Brasil. O nome da instituição é uma homenagem a um curandeiro local, Raimundo dos Santos Souza, o Sacaca, que realizou um importante trabalho para a população do estado na área da medicina natural.


O museu tem a missão de promover ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, interagindo o saber científico com o saber popular dos povos amazônicos. Polo alternativo na multiplicação de informações sobre avanços tecnológicos possíveis de aplicação na busca da melhoria da qualidade de vida, o museu transmite à comunidade os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (IEPA).

O Museu Sacaca está instalado em uma área de vinte mil metros quadrados oferecendo ao visitante a oportunidade de vivenciar as diferentes realidades das comunidades tradicionais da Amazônia, destacando-se: o sítio arqueológico Maracá, a casa do ribeirinho, a casa dos castanheiros, o monumento marabaixo, a casa de farinha, a casa dos Waiãpi, a praça das etnias e a praça do Sacaca.

A Casa da Parteira e Casa Samaúma das Palavras, novos espaços do Museu, foram concluídas em 1 de julho de 2014.

FLONA AMAPÁ, 30 ANOS



A FLORESTA NACIONAL DO AMAPÁ - FLONA AMAPÁ -  está localizada no estado do Amapá na região norte do Brasil. O bioma predominante é o da Floresta Amazônica. Ela é uma Unidade de Conservação de Uso Sustentável e tem uma área de aproximadamente 459.800 ha, sendo a 5ª maior Unidade de Conservação do Amapá. Conforme seu Decreto de Criação (Decreto № 97.630, de 10 de abril de 1989), a FLONA do Amapá tem por objetivo promover o uso múltiplo dos recursos naturais de forma a permitir a geração permanente de bens e serviços passíveis de serem oferecidos por essa UC.

A Floresta Nacional do Amapá está inserida nos municípios de Ferreira Gomes, Pracuúba e Amapá; sendo Pracuúba o município que abrange a maior área da FLONA do Amapá (50,30%), seguido de Ferreira Gomes (43,49%) e Amapá (6,21%). A área da FLONA é limítrofe a outros cinco municípios: ao sul a FLONA faz limite com os municípios de Porto Grande, Serra do Navio e uma pequena porção de Pedra Branca do Amapari; a noroeste a UC é limítrofe ao Município de Calçoene, e a leste faz limite com o Município de Tartarugalzinho.



Vale ressaltar que as sedes desses municípios encontram-se distantes da UC, e que esse isolamento da FLONA, determinada pelo difícil acesso, distância dos centros urbanos e baixa densidade populacional, tem contribuído para assegurar a manutenção de ecossistemas com elevado grau de conservação e diversidade. Por outro lado, por se tratar de uma UC de uso sustentável, o acesso a áreas produtivas e o escoamento de produção podem ser considerados como um obstáculo para o desenvolvimento local da região.

Em janeiro de 2014 foi publicado no diário oficial da união o Plano de Manejo da Floresta Nacional do Amapá. O documento é um dos instrumentos mais importantes para a gestão das unidades de conservação, e no caso da FLONA do Amapá proporciona a possibilidade da realização de Concessões Florestais, Uso dos Recursos Florestais Não Madeireiros, e Ecoturismo.


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Memória: EDGAR LINO DA SILVA

Fazem 32 anos (1987) que nos deixou, o professor EDGAR LINO DA SILVA.... aos 49 anos. Ele nasceu em Macapá, em 2 de abril de 1938. Edgar Lino da Silva foi macapaense, filho de dona Francisca de Queiroz Santana e Claudino Lino, casal de destaque na comunidade Tucujú. Nasceu no dia 02/04/1938, e faleceu em Macapá em 22 de janeiro de 1987, viveu sua infância e juventude no bairro central e nos povoados adjacentes; Formigueiro Bairro Alto, Trem, Favela, Laguinho e Igarapé das Mulheres.

Estudou o primário no grupo escolar Barão do Rio Branco nos anos de 1947 a 1952, prestou exame de admissão no colégio Amapaense, onde fez o curso ginasial, de 1961 a 1966. Já na força de trabalho, por sua visão e dinamismo de estar sempre atualizado, frequentou o curso de habilitação para o magistério de 1ª a 4ª séries, no período de 1971 a 1973, sendo um professor muito responsável e querido por onde passou.

Em 1974, foi classificado no vestibular do núcleo de educação em Macapá, da Universidade Federal do Pará, onde licenciou-se em 1977, em pedagogia, na especialização de Supervisão Escolar. Entretanto, seu primeiro emprego, foi como Inspetor de alunos, no Colégio Amapaense, educandário que aliás, tinha uma grande satisfação em servir, pois, foi aluno da "casa".

Contribuiu com tudo, nas atividades profissionais para o engrandecimento da educação do Estado do Amapá, laborando nas Escolas do Porto Grande, Aporema, Deusolina Farias, Augusto dos Anjos, São Benedito, Azevedo Costa, entre outras tantas. Edgar Lino, deixou muitas saudades e uma lacuna vazia, diante da expressão que ele representava, como entusiasta esportista que vibrava e participava das atividades esportivas e culturais do Estado do Amapá.

Atuou também na então divisão de educação e merenda escolar, que, aliás, foi sua última contribuição como profissional, tendo seu estado de saúde agravado e, finalmente, no dia 22 de janeiro de 1987, faleceu em Macapá, onde está sepultado.

Uma escola situada no bairro do Laguinho, em frente à Praça Julião Ramos (que erradamente a população denomina de Chico Noé), recebe seu nome, como homenagem singela da comunidade, principalmente do bairro onde nasceu e viveu. Infelizmente não temos fotos disponíveis do homenageado, para ilustrar esta biografia.

MARABAIXO: MAIS RESPEITO À NOSSA CULTURA

Mestres Julião Rams e Raimundo Ladislau O Marabaixo atualmente é a maior expressão cultural do nosso Estado, e em especial de nossa c...